terça-feira, 19 de agosto de 2008

Medo de perder

Todos nós temos bens valiosos. Algo que queremos bem mais do que qualquer outra coisa, algo que não imaginamos viver sem. Pode ser um objeto, um animal, uma pessoa. O presente que a vó deu antes de morrer, o animalzinho de estimação que não senta no colo de ninguém, a não ser no seu, a pessoa que você ama. São o tipo de coisa que imaginamos que iremos enlouquecer se algum dia não estiver mais conosco. Temos medo de perder. É natural, afinal, "quando a gente gosta, é claro que a gente cuida". Mas devemos saber medir nosso medo. Seja qual for a situação, viver temendo só atrapalha. Não que não devamos nos preocupar com nossos bens, mas devemos tomar cuidado deles ao invés de apenas temer perde-los. Os meios que buscam eliminar um acontecimento podem ser, afinal, os seus causadores. Tome muito cuidado ao tomar cuidado. Você pode colocar um vaso dentro de 7 baús fechado com 7 chaves para ninguém pega-lo, mas como saber se ele nao vai quebrar lá dentro? Meu cachorro fica mais feliz se ficar solto no quintal, mas e se ele fugir? São o tipo de questão que assolam a mente do preocupado. Mas a chave é apenas viver. Acreditar no que é pra ser. Se ao abrir a gaiola seu passarinho sai voando, então era errado deixa-lo preso. E será muito melhor te-lo quando ele voltar para a sua janela por que ele quer, nao por que está preso lá. Pode ser difícil cuidar das coisas assim, mas é de qualquer jeito. Viver se preocupando é pior, pois assim voce está esperando a hora de fazer algo errado e talvez perder seu bem. Apenas cuide dele. Use o colar da sua vó e olhe pra ele todo dia pra lembrar dela com carinho. Dê a tenção que seu animalzinho precisa, sempre dando água e comida, a ração preferida dele, de preferência. Sempre abrace a pessoa que você ama e nunca deixe de fazer o que voce quiser por ela. Não pense "mas e se ela não gostar disso?". Ela vai gostar por que veio de você. São os pequenos gestos que contam. Mostre que se importa.
E se um vaso quebra ou racha, muitas vezes tem concerto. Se o cachorro foge, geralmente ele volta. E se você magoa quem você ama, peça desculpas, mas principalmente olhe para si e descubra o que mudar. Desculpas não curam feridas... arrependimento sincero e uma bela mudança, possivelmente ajudam.

Pinguim.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Mulher Satisfazendo 12 Homens de Uma Vez Só

Para ver uma mulher satisfazendo 12, eu disse DOZE homens de UMA SÓ VEZ, clique AQUI.

sábado, 28 de junho de 2008

And The Heavens Shall Tremble!

Diablo 3!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Não é boato, dessa vez é real, o maior fenômeno de RPG do ocidente está de volta!

Veja aqui no site da Blizzard que chamarizinho legal pro site do Diablo 3.

Boatos existem há uma década, e a Blizzard sempre deu dicas e provocou os fãs, mas desde que o domínio Diablo3.com foi comprado a empressa nao nos deixou em paz, e agora tudo se explica.

Veja aqui uma das cinematics do jogo o gameplay, e trema até poder jogar!


"Play, fool... You have no choice!"
=p

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Super Conversas! (Turum pum pshh upgraded)

Aí a Mulher Invisível disse para o Sr. Fantástico:
- Você me entende tão bem... é como se visse através de mim!

Aí o Wolverine conversava com o Homem de Gelo (também adapatável para Shura e Camus):
- Você me dá arrepios!
- Ah, corta essa!

;D

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Turum pum Pshh!

Aí o Homem de Ferro disse pro Magneto:
- Estou atraído por você!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Como dar nome a uma banda

Em dezembro de 2007 eu mais alguns amigos iniciamos uma banda, e desde março engatamos num processo criativo violento. Como não poderia deixar de ser, há um porém. A criatividade nos falha na hora de escolher um nome. Então, inspirado por uma passagem do livro intitulado "O Melhor que Um Homem Pode Ter", em que uma banda discute que nome deve ter, fiz esse post para mostrar que nosso blog não está morto, apenas em um coma instável.

"A banda se reúne todo domingo na garagem de um dos guitarristas, e ensaia a tarde inteira. Todos estão com muita vontade de fazer dar certo, e cada ensaio uma música é invetada do nada quase por completo e várias outras idéias surgem, dando material pra várias semanas. Certo dia, após algumas horas de ensaio, a band parou para um merecido descanso. Sentaram em cadeiras de praia na frente da garagem. abriram um refrescante refrigerante de laranja e começaram a conversar
- Pessoal, essa música tá ficando boa demais! - disse o vocalista
- Aham. Que nome daremos a ela? - perguntou um dos guitarristas.

Ele disse a palavra mágica. "Nome". Toda vez que ela era pronunciada, um vórtice era aberto e a banda era trasportada para uma realidade paralela onde apenas uma coisa importa.
- Nome? Que nome daremos pra banda?
Nada importa agora a não ser achar um nome pra banda.
- Lá vamos nós de novo... - disse o baterista.
- Tu já sugeriu esse. É comprido demais. - disse o baixista.
- Acho que tem que ser algo forte. Não um nomezinho qualquer, tipo Banda Lheira ou Os Arruaceiros. - disse o vocalista
- É - concordou o outro guitarrista - e tem que ter signifcado pra nós, senão nem a gente lembra do nome.
- Burning Band? - sugeriu o promeiro guitarrista
- Sem "band" no nome. Parece funk dos anos 60.
- Os Anti-Funk?
- Nem. "Os" tal coisa parece banda punk da sétima série.
- Nameless Band!
- Não! Toda banda em crise pré-nome já pensou nessa, e já falamos sobre ese negócio de "band".
- Ah, velho, acho mais legal algo sem sentido, tipo Aerosmith. Vamos lhar em volta q ver o que vem à nossa cabeça!
- Mangueira Verde.
- Carro Sujo.
- Porta de Garagem.
- Gostei!
- Só tu mesmo. Nuvens Flutuantes.
- Como se alguma nuvem rastejasse!
- Nuvens Rastejantes.
- Tu não queria um nome forte?
- Nuvens Bombadas.
- Esquece as nuvens, porra!
- Forgotten Clouds.
- Tem potencial.
- Mas sem nuvens. Tem que ser mais de macho. Dragões, espadas, coisas épicas.
- Corja de Dragões Destruidores de Reinos.
- Dragões Malvados.
- Haha, imagina um dragão bonzinho!
- Tipo um Pokemon?
- Corja de Pokemons do Mal!
- Ah qualquer coisa do mal serve!
- Mal do Mal!
- Hahaha!

Muitas risadas se seguiram dessa, e eles entraram então num estágio avançado. Começou o Brainstorm. Uma metralhadora de idéias, com um detalhe: uma pior que a outra.
- Banda do Mal.
- Bad Band!
- Sem Band!
- Só Bad?
- Esquece.
- Buning Band.
- De novo? Não!
- Burning Clouds.
- Ai..
- Burning House.
- Burning Garage.
- Burning Stuff.
- Burning Burn.
- Burning Fire.
- Burning Flame.
- Burning Monsters!
- Burning Monsters??
- Por que algo tem que estar queimando?
- Burning Monsters?? Hahaha!
- Fogo é legal!
- Burning Monsters!! Hahaha!
- Ah fogo não... toda banda de metal tem fogo e dragões no meio.
- Burning Monsters!! Hahaha!
- Eu gosto do dragões, já falei antes!
- Burning Monsters!! Hahaha!
- Tu também gosta de feijão com mel.
- Burning Monsters!! Hahaha!
- Feijão com Mel? Parece banda, sei lá... indie
- Burning Monsters!! Hahaha!
- Tá, pode ter monstros, masnão pegando fogo!
- Cold Monsters.
- Alguma criatura mitológica!
- Minotauro?
- Mintauro Eunuco!
- Mintauro Eunuco? Hahahahahahahah!!
- Dickles Minotaur!
- Burning Dickless Minotaur!
- Corja de Minotauros Eunucos Pegando Fogo!
- Hahahahaha!!!!

Eles alcançaram o último estágio. Agora nada mais faz sentido e não existem mais idéias novas. É logo depois disso que eles decidem parar e dizem que um nome bom vai surgir quando eles menos esperarem e todos vão gostar.
- Ah chega de tanta besteira!
- Dickless Minotaur...
- Isso não vai dar em nada..
- Burning Monsters!
- Chega, assim a gente não consegue nada.
- Burning Dickless Monsters! Hahaha!
- Ah, pessoal, uma boa idéia vai surgir do nada, não assim, e todos vamos gostar.
Não falei?
- É... vamos voltar pra dentro...
- BUUUUUUUURN!!

Até hoje a banda não tem nome. Mas um dia, surgirá um do nada e todos irão gostar."

;D

domingo, 23 de março de 2008

Coisas que aprendi na Faculdade (Parte 41)

O que fazer quando se tem um trabalho para entregar em dois dias e, para fazê-lo, é necessário ler uma tese de doutorado de mais de 200 páginas?

Nunca subestimem a importância do abstract. Nunca!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Auf Wiedersehen und Frohe Ostern!

Galera, tô indo embora.

Entretanto vou me despedir apropriadamente, porque não sou nenhuma desnaturada.

Galera do blog: foi um prazer postar nesse blog por pouco mais de um ano. Aqui eu aprendi a ser blogueira, a escrever textos mais atraentes e a postar coisas mais interessantes. Todos tiveram uma santa paciência comigo, pra qualquer coisa, de críticas à elogios, de preguiça à hiperatividade de posts. Não sou boa pra dissertar, tenho dificuldade enorme com narrativas, mas me esforcei, embora não tivesse terminado a narrativa da praia.
Deixando isso de lado, espero que a parceria entre nós, como amigos, nunca termine. Amigos-amigos, blogs-e-publicidade à parte, por favor.

Estou saindo porque não consigo dar mais atenção à este blog, como ele merece. E não quero ficar aqui como "mais um nome na lista de colaboradores", resolvi sair. Já dizia a minha mãe: "mais ajuda quem não atrapalha".

Galera que lê: Me diverti bastante por aqui, desde aqueles que ironizavam ou satirizavam o que eu escrevia até aqueles com quem briguei feio via comentários. Eu sempre fui estressada e meio estourada e não curto levar desaforo pra casa injustamente. Mas meus amigos podem dizer que pra barraqueira também não sirvo, salvo na volta da praia, quando nos puseram num ônibus que não valia a metade da minha passagem.

Quem quiser curtir o que eu escrevo (sim, ainda escreverei muito por aí), é só dar uma clicada no Play The Coin. Lá tem de tudo mesmo. "Toque as suas fichas e deixe rolar. Elas voltarão."

Espero que a parceria do meu blog com este aqui permaneça e sobreviva à esta saída.
Se não sobreviver, salvem nos favoritos !!!

E pra não dizer que não falei das flores, vou colcar um conteúdo aqui de despedida, meu último post pro Roqueiro & Alcoólatra.

Eeeem clima de páscoa, segue o quadrinho mais legal que eu li sobre este mega-evento religioso-que-só-pensa-em-vender-chocolate-e-desmerecer-as-galinhas. Afinal, elas que põem ovos. Depois vem as crianças pedindo: "Paaai, coelho bota ovinhos coloridos assim??? E os coelhinhos nascem ali???"
Essas crianças crescem e viram policiais. E o Laerte se diverte. Ei-la:

quinta-feira, 13 de março de 2008

Insanidade na Forma de Flash

Apenas assista. Ainda mais se você gosta de caranguejos.

I've got a big bag of crabs here

Achei mais legal que o Badger Badger Badger

"Se a gente é emo então o Bon Jovi também é... "

"Aqui no Brasil o som que vocês fazem é considerado "emocore" e comparado a bandas como My Chemical Romance, Fall Out Boy, muitas vezes de uma forma pejorativa...
E tenho que te dizer que ser "emo" no Reino Unido também não é uma coisa legal (risos). Imagino que aí deva ser assim também.

Essas comparações te incomodam?
Olha, somos bons amigos dessas bandas, já tocamos juntos várias vezes, mas somos mais "adultos" que o My Chemical Romance, por exemplo. Quando criamos a banda não tinha essa coisa de "emo" então viemos antes disso. Nós não ficamos chorando por aí, nem somos amiguinhos do pessoal do hip hop (risos), somos só uma banda de rock com "sabores" diferentes. Se a gente é emo então o Bon Jovi também é... "


Taí um fragmento da entrevista que o baixista da banda Funeral For A Friend deu ao Terra

Agora olhem a foto da banda:



No final das contas, emo é como gay enrustido. Se vestem suspeitosamente, agem suspeitosamente, falam suspeitosamente e nunca se assumem.
Rock com "sabores" diferentes. Só se for de uva, morango e menta. =P

terça-feira, 11 de março de 2008

PRO CHÃO, 20 FLEXÃO!

http://www.exrx.net/Calculators/PushUps.html

Em algum momento da sua vida, você já ouviu um berro desses (especialmente se você for homem, prestou serviço militar e/ou foi escoteiro num grupo meio paramilitar). No link acima, você pode calcular como estão suas habilidades pagadoras de flexão de acordo com sua idade e gênero.

É só digitar a idade e quantas flexões você consegue fazer, escolher qual seu sexo (não tem transsexual) e apertar "Calculate" (o link é em inglês, a propósito). Inútil e sem graça, mas informativo até.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Warning!

Galera, me ausentarei do blog por um tempo devido ao aCÚMULO de trabalho que resolveu ter essa semana.



But I'll be back!


Hasta la vista, babe...

quinta-feira, 6 de março de 2008

Iron Maiden 2008 - Porto Alegre!


*Bruce e sua touca de mano.

Geeente, esse show tava per-fei-to!

Sou uma pessoa que pode-se dizer que curte muito o som deles, desde muito pirralha (ali pelos meus 6 anos), mas não posso ser chamada de fã. Porém isso não me impediu de reservar ingresso ainda no ano passado pra poder ir vê-los.
Na real o ingresso foi quase um presente do meu namorado, que em breve, pretendo retornar o valor ou retribuir de outras formas. As mentes sujas devem estar trabalhando a pleno vapor agora.
Retornando ao assunto, vou falar sem muitos detalhes sobre esse evento maravilhoso! Sei lá, eu tava eufórica demais pra pensar em detalhes.
O palco tinha o mesmo tamanho de sempre, ou seja, médio. No Live N' Louder também era do mesmo tamanho.
A fila, quando eu cheguei (era umas 17h), já tava pra lá da entrada do Beira Rio. Andávamos uns 10 metros a cada meia hora ou uma hora. Nesse meio tempo, deu briga daqueles tios que vendem os "merchandising" da banda, deu briga dos seguranças com um tio que tava recolhendo latinhas no chão. Aliás, baita alemão brucutu esse! O tio inventou de agredir a segurança e do nada surgiu o alemão e derrubou o tio com uma mãozada no pescoço. Só! E o tio caiu encolhido e quase foi atropelado! Cena de filme...
Chegando nos portões, já era noite e supus que seria ali pelas 19h, começou a revista. Apresenta ingresso e vai pra, no meu caso, a mulher que tem q revistar as outras mulheres. Passação-de-mão de sempre: mão no ombro, abaixo dos seios, cintura, bunda, coxas, canelas e calcanhares.
Entrei e comprei a camiseta de cara, seguindo o conselho do meu namorado que, já tinha tido a experiência de quase não encontrar camisetas depois do show. E é verdade, a maioria deixa pra comprar depois e acaba levando as que não gostaria de ter levado.
Depois disso, fui à galope encontrar lugar pra sentar nas arquibancadas. O Gigantinho já estava lotado e estupidamente quente. Eu suava parada.
Achamos o lugar e nos sentamos. Nada ia me tirar dali, porque o lugar não estava ruim pra quem tinha chegado já meio tarde.
Começou o show da filha do Steve Harris. Fraquinho, parecia uma Avril Lavigne mais revoltadinha do que aquela época punk que ela tinha.
Acendeu as luzes e a galera puxava em uníssono um "Olê-olê-olê-olêêêêê...Maideeenn, maideeenn".
Apagou-se as luzes de novo e entrou uma trilha pras imagens do telão, mostrando como o Iron Maiden tinham chegado aqui e tudo mais. Baita avião afudê o deles.
Aí começa os acordes de Aces High. Eu pulava feito uma pulga, até quase desmaiar.
Quase sem tempo de intervalo entre as músicas, veio 2 Minutes To Midnight, e eu cantei até aí porque não conhecia a Revelations.
Eu falei que não podia ser chamada de fã.
Continuando, o cenário do show tava bem feito, permitindo que Bruce pulga-atômica Dickinson pudesse correr e pular à vontade.
Depois da Revelations, a cortina que tinha o tema do disco Piece of Mind correu e deixou à mostra a imagem do Trooper. Aí eu esqueci o que era garganta e me esvaí cantando essa música aos berros. Nesse ponto eu usava minha própria camiseta pra me abanar, mas sem ter tirado a mesma. É nessas horas que invejo os homens.
Aí a cortina correu de novo e o Bruce apareceu com um casacão esfarrapado. Adivinhe?
Tocou Rime of The Ancient Mariner, Powerslave, Heaven Can Wait e Run to the Hills.
Eu cantei Run To The Hills. Aos berros de novo.
Não tem graça ir em um show e cantar baixinho. O legal é voltar rouca, esvaída em suor, cansada pras próximas vidas, descabelada de tanto headbanger e extasiada. Cantar baixinho eu faço no chuveiro.
Não prestei muito atenção nas cortinas, porque não conheço muito bem as capas dos CD's do Iron. Eu vi a do Powerslave, a do Trooper e a do Rime Of The Ancient Mariner. As outras eu confesso que não reconheci. Eu via e pensava "Bah, nesse CD tem 'tal' música.", mas não me detia em identificar o álbum.
Veio ainda Fear Of The Dark e Iron Maiden. Essas eu cantei também, mas num ritmo mais calmo porque estava brutalmente quente, mesmo nas arquibancadas.

Em tempo: enquanto tocava Iron Maiden (a música), o Eddie apareceu como um bonecão gigante e atirando 'lasers' em todo mundo.

Apagou as luzes e a banda foi-se. A galera começou a puxar de novo o "Olééé-olê-olê-olêêêêê...Maideeenn, maideeenn".
Siiim, eles voltaram! Tocaram Moonchild e The Clairvoyan. Hallowed Be Thy Name fechou com chave de ouro esse espetáculo perfeito!
Só pra constar, a última música eu também cantei.


E teve clássicos de show lotado, como gente desmaiada, gente que invadiu o palco e se jogou na multidão (esse deve ter levado um tombo, porque todos abriram espaço pra ele cair.), gente que fumava como maria-fumaça (e sempre tem um na minha frente.), pirralhos apavorados, empurra-empurra. Teve até uma roda-punk.
Na minha opinião, lugar de roda-punk é em show de punk e grunge e não em show de metal!
Tinha, também,um neo-clássico que eram os EMOS. Não vi mtos e os que tinha estavam meio disfarçados. É, aqui eles apanham.
A Lauren Harris ganhou uma bandeira do Rio Grande do Sul que atrás tinha um emblema do Internacional. Ela colocou a bandeira nas costas com o símbolo do Inter à mostra, o que fez com que quando ela se virasse, fosse "vaiada" pelos gremistas que estavam ali. Achei as vaias desnecessárias porque a gente não estava num Gauchão e nem nada!
Fanatismo futebolístico é foda.

Meu parágrafo de conclusão pra esse "monólogo" é: show-foda-pra-caralho-mega-afudê! Agora sim eu posso morrer feliz, hehehehe.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Gostos...

Harry Potter revela sua banda predileta

"Daniel Radcliffe, o Harry Potter do cinema, afirmou que, atualmente, sua banda favorita é o The Hold Steady. Daniel é assumidamente um fã de bandas indies."

Pois é. Ele sempre teve uns gostos estranhos.
Bandas indies são estranhas, não concordam?



Ainda prefiro a Hermione.

Mesmo que ela tome xixi.

terça-feira, 4 de março de 2008

Wiki...end-of-date?


Para o fundador da enciclopédia online Wikipedia, Jimmy Wales, nada poderia ser mais natural que usar a ferramenta criada por ele para dispensar a namorada, Rachel Mardsen.

Como vingança pela dispensa online, Mardsen tomou uma camiseta e um agasalho deixados por Wales em sua casa após a suposta única noite de amor que tiveram e colocou as peças de roupa à venda no eBay. "Oi, meu nome é Rachel e meu (agora ex) namorado, o fundador da Wikipedia Jimmy Wales, acabou de romper comigo por meio de um anúncio na Wikipedia", escreveu ela.


Pensando por este lado, um término por MSN não chega a ser tão inescrupuloso quanto isso. Ao menos as janelinhas de conversa são privadas. Não tem uma visitação exorbitante como a página deles.

4-40-80....tem homens que nunca amadurecem. =*

Via Terra

segunda-feira, 3 de março de 2008

Da série "Screenshots infames" (parte 2)

Enfiou o quê, exatamente?

Paulistas não perdem a oportunidade de fazerem os gaúchos parecerem gays.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Proibições no show do Iron Maiden


"É proibido levar ao estádio itens como equipamentos de gravação, filmagem ou máquinas fotográficas; animais; bebidas alcoólicas; instrumentos musicais; balões; bandeiras; faixas; capacetes; armas de fogo; armas brancas; explosivos; frutas inteiras; caixas; fogos de artifício e estampido; garrafas de plástico; guarda-chuvas; hastes; inflamáveis; infláveis; isopor; jornais; revistas; cadernos; latas; mastros; máscaras; objetos de arremesso; papel em rolo; pilhas; plásticos; tintas; vasilhames; vidro em geral; objeto com dizeres ofensivos, pessoais ou políticos e que gerem injúria, calúnia ou difamação; adornos perfurantes; correntes e cinturões; colares e pulseiras com objetos pontiagudos; corrente de carteira ou quaisquer outros que possam causar ferimentos a terceiros, mesmo sendo objetos de uso pessoal.

Os objetos proibidos serão recolhidos pela Polícia Militar na entrada do show e não serão devolvidos ao término do evento."


Só eu achei exagerada essa lista? Ainda que é em SP, quero ver se lançam uma assim aqui no Sul também.
No Live N' Louder aqui de POA também não podia entrar com câmera e aí não levei. Um monte de gente levou e não deu nada. Me deu uma raiva, porque meu celular era jurássico e nem câmera tinha.
Por via das dúvidas, vou limpar a memória do meu celular.
Mas aí que tá, nunca fui num show do Iron Maiden, aí não sei se a polícia vai ser tão cumpridora dessas exigências e vai revistar todo mundo ou se vai ser só a passação de mão de sempre.
Sem contar que não vão devolver nada do que for recolhido...baita sacanagem! Vão tudo levar pra casa que eu sei!

Mas tem umas coisas ali que, se estão proibidas, é porque alguém já levou. Por exemplo, o capacete ali. Por que raios alguém entraria num show apertado pra caramba levando um capacete??
Atirar frutas, só se forem fatiadas, né? Aí não dói...
Armas brancas. É, EMOS, vocês estão fora! Cortem os pulsos fora dos portões!
Tá, essa foi ruim.
Continuando: o figurino do metaleiro está ameaçado. Sem spikes!!! Só falta pedirem pulseiras almofadadas pra não machucar os emos que conseguirem entrar no show.
Sim, tenham asco. Muito asco. Eles entrarão no show.
Mastros também é um item bem inusitado. Fiquei imaginando um cara fincando o mastro NA TERRA (mentes podres) e subindo pra ver o show.
Um mastro pra bandeira é uma idéia de visualização bem batida, não acham? xD
Animais é algo nem tão absurdo, mas interessante. Imaginem o cachorro ganindo com aquela carinha pidona, querendo dizer "Aaah, meu, também curto Iron, me leva, vai???"
Aliás, será que cachorro pagaria quanto de ingresso?? Meia-entrada? Aí já sei que não me disfarçaria de estudante pra passar com a carteirinha do colégio.
Sim, eu guardei. Vai saber, neh?

Mas tudo bem, o importante é curtir o show. As fotos até se pode pegar na internet depois, mas nunca serão a mesma coisa. Levem celular com câmera, crianças. Celular não tá na lista e não se enquadra como "equipamento de gravação". É um objeto eletrônico com múltiplas funções que TAMBÉM incluem a de gravação, mas prioritariamente é um objeto de COMUNICAÇÃO interpessoal.
Chique né? Usem como argumento, deve pelo menos confundir a cabeça deles. Se não funcionar, não me responsabilizarei.

Up The Irons! \m/

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O carro do Chewbacca!

Acheeei!!!




*Essa é pra ti, Huginn!

E se eu bebo, é problema meu!

Não uso do teu dinheiro, da minha vida cuido eu!


Trilha do final de semana, hehehe...
Alforria aos meros mortais trabalhadores da semana inteira....\o/

Mais um filme para destroçar nossas lembranças de infância (Parte 2)

Lembram desse post? A coisa é séria mesmo:


15 de agosto de 2008. Preparem-se.
Gostei do quimono, a propósito.

Espírito e Religião - O lado Bom das Igrejas Neopentecoistais

Alguns dias atrás, Huginn fez um post sobre igrejas evangélicas. Mais especificamente, ele fala de um pastor mexicano, que provavelmente mora nos Estados Unidos, e sobre suas pregações obscurantistas, que falam sobre satanismo, sacrifícios humanos e como grandes empresas de entretenimento querem levar as pessoas para Satan. Até aqui, nada tenho para comentar. Mas no final do dito post, Huginn escreve que "é por isso que eu abomino as instituições da igreja."

Por causa de minha personalidade que sempre vai contra o que os outros dizem, fiquei um tanto quanto indignado com essa última afirmação. Primeiro, por que é baseada em uma falácia argumentativa, que parte do pressuposto que o pastor Josué Yrion representa todas as igrejas evangélicas neopentecostais do mundo - tomar a parte pelo todo. Segundo, por que é uma atitude muito comum entre os círculos de "livres pensadores" - homens e mulheres, geralmente ateístas, que desprezam e debocham de religiões e suas instituições. Não quero que tais pessoas deixem de dizer o que pensam, mas que o façam baseados em argumentos racionais precisos.

É lugar comum criticar religiões. Ultimamente, as neopentecostais se tornaram o alvo preferenciam dos racionalistas, mas as mais tradicionais Igrejas Protestantes como a Luterana, a Batista e a Calvinista, e a mais tradicional ainda Igreja Católica Apostólica Romana, para ficar só no Cristianismo, são criticadas há muito tempo. Apesar de não ser tão forte no Brasil, o Islamismo também é bastante atacado. Os principais argumentos contra estas instituições é que elas pregam um estilo de vida irracional, uma fé fanática, de visão estreita e frequentemente preconceituosa, e que enganam seus seguidores.

Não me atrevo, e nem desejo, defender as falhas destas instituições - são muitas, e são verdadeiras. Não vou enumerá-las aqui pois são muitas e pretendo não me extender muito. Além do mais, quem estiver interessado em um "Dossiê Crivela de Merdas das Neopentecostais" não precisa procurar muito: revistas como a Veja, Época e Istoé já publicaram muitas notícias cabeludas sobre os crimes que os pastores e bispos das referidas instituições já cometeram em nome da fé. Quando tanta gente critica e acusa uma pessoa ou organização, algo deve ter de verdadeiro.

Mas, utilizar todas estas acusações e críticas como justificativa para abominar estas instituições é um sofisma - pois toma sua parte ruim como sendo sua totalidade. O Huginn não expressou nenhum desejo ou crença de que o Brasil e o mundo estariam melhor sem as igrejas, ou as religiões em geral, mas muitos indivíduos bem-instruídos e supostamente bem pensantes já defenderam a tese de que é imperativo acabar com a ilusão de Deus, e levar para o hoi polloi (o povão) a Verdade Materialista, de que não há vida após a morte nem um homem de barba branca orquestrando tudo do alto de uma nuvem no céu. Eu mesmo questiono esta visão de mundo, mas não me arvoro o direito de dizer o que é certo e o que é errado para ninguém - coisa que a Universal faz com freqüência, um argumentador astuto diria, como toda a razão. Minha resposta seria que a Universal também faz isso, mas não detém monopólio desta prática.

A fé foi utilizada como leitmotiv (motivo inicial) para muitas coisas ruins: as cruzadas, 11 de setembro, espancamento de homossexuais, jihads, guerras civis. De um ponto de vista externo e pragmático, isto seria motivo o suficiente para decretar que a religião não trás nada de bom para o ser humano, que estaria melhor sem ela. Mas esta é uma opinião superficial. Sempre se parte do pressuposto que "o padre mandou fazer" (ou pastor, rabino, aiatolá ou sacerdote), e raramente de que aqueles que participaram eram mau-intencionados por si só (o que é diferente de ser intrinsecamente maldoso, devo ressaltar), que todas suas ordens são más, e que o único beneficiado nessa história toda é a igreja, o papa, enfim, a organização religiosa. O homem religioso em si, que obedeceu seus diretores espirituais, só se ferra.

Mas tal como muitos argumentos pentecostais, católicos ou muçulmanos, este é um ataque unilateral, pois ignora deliberadamente o que a religião pode trazer de bom para todos. E estou incluíndo aqui o que a Universal pode trazer de bom para seus fiéis.

Mais uma vez, utilizo a grande mídia como base para meus argumentos. Se você, caro leitor deste blog, entra em sites de fofocas de vez em quando, já viu alguma subcelebridade que ouviu o chamado de Cristo e entrou para igreja evangélica. O último destes foi o ator pornô Alexandre Frota. Os críticos devem ter sido rápidos em acusar sua conversão em "golpe de marketing", e que não é sincero, mas se analisarmos o padrão de comportamento destas subcelebridades neopentecostais, vamos perceber que todas elas tem em comum que, antes da vida religiosa, elas viviam num meio de drogas, promiscuidade sexual e emocional, e em última análise, sem sentido (meaningless). Aposto que muitos de nós acham que a vida de um ator pornô como Frota é a vida que pedimos a Deus, mas deve ser o justo oposto. Quem gostaria de ser lembrado todos os dias por sua participação num filme cujo estúdio, por causa das cenas de sexo anal, ficou todo cheio de merda? Outra destas filhas de Cristo é Monique Evans, que também vivia na esbórnia. Deste ponto de vista, acho que não é só compreensível estas conversões, mas louvável, por levar estas pessoas para um estilo de vida mais saudável.

Mas a mídia não perdoa, e faz parecer que estas conversões são frescuras de um subfamoso que quer chamar atenção. Por exemplo, o site Ego (cuja credibilidade começa pelo nome) publicou uma matéria sobre a filha de Baby do Brasil, Sarah Sheeva. O título da reportagem é "Sarah Sheeva abdica do sexo e vira missionária evangélica". Este título foi escrito de maneira a gerar espanto nas pessoas, e escárnio, pois quem em sã consciência deixaria de trepar pra ficar falando de Jesus?!?! O Portal Ego não pára por aí. Sarah Sheeva conta o motivo de sua mudança de uma vida ninfomaníaca para uma religiosa: “Aconteceu uma coisa muito louca, sobrenatural. Comecei a rezar, a falar com Deus. Na minha ignorância, dentro do meu quarto, de repente, senti uma presença forte, que era Deus. Cai no chão, me prostei e ali me converti”. Mais uma vez, quem lê imediatamente pensa que ou é golpe de mídia, ou ela teve um ataque epilético. Abraham W. Maslow, pai da Psicologia Humanista, fala em seu livro "Introdução à Psicologia do Ser" sobre as "experiências culminantes" (peak experiences no original) - vivências maravilhosas, que não raro mudam o rumo das pessoas que as vivenciam, e para melhor! Para quem estudou com atenção a obra de Maslow, é óbvio que Sarah Sheeva teve uma experiência culminante. Mesmo assim, o portal Ego, com sua linguagem moderninha-superficial faz parecer que foi apenas uma puta babaquice (ou uma babaquice de puta, que seja).

Na lista de "religiões criticáveis" não citei uma, muito importante no panorama mundial atualmente: o budismo. Ao contrário dos outros sistemas religiosos, o budismo raramente é criticado. Pelo contrário, é quase sempre muito elogiado por sua história e práticas pacíficas. Claro, se eu fuçar um pouco na Wikipédia eu vou encontrar uma guerra cujo leitmotiv foi o budismo, mas vai ser a exceção ao padrão (não me atrevo a dizer "regra"). Um materialista radical e pragmático provavelmente diria: "se temos o budismo, que apesar de ser uma religião, é pacífica e até que é racional, por que essas celebridades viram evangélicas?" Um argumento sonoro, mas profundo como um pires. O primeiro motivo para isto não acontecer é a disponibilidade - afinal, quantos templos budistas temos no Brasil, em comparação com templos evangélicos? Consigo citar mais nomes de igrejas neopentecostais inteiras do que templos budistas no Brasil. É mais fácil eu ir para a Universal do que para o mosteiro de budismo tibetano em Três Coroas. E quando alguém sente um vazio existencial, ela irá procurar apoio em um local próximo - e as pentecostais fazem isso muito bem.

O segundo motivo para que o Neopentecostalismo seja mais popular que o Budismo é a atitude de seus sacerdotes. Enquanto o pastor da Sara Nossa Terra ativamente chama para si as almas perdidas, o monge budista apenas recebe de coração aberto aqueles que procuram conforto em Buda. Quem está desesperado buscando um sentido vai no lugar que mais lhe chama atenção - e é inegável que os cultos da Universal são beeeem chamativos.

O terceiro e mais importante motivo é a motivação e (em parte) o nível intelectual das pessoas. As pessoas que vão para uma evangélica buscam salvação para sua alma, redenção de seus pecados. Querem ser acolhidas por alguém. Só. E mais uma vez, as neopentecostais fazem isso com excelência. Não importa se elas pedem dinheiro, elas acolhem qualquer um. Aquele que busca Buda é muito mais inquieto, pois ser apenas salvo não lhe atrai. Há nele um desejo, muitas vezes inconsciente, de algo maior do que isto, de ser compassivo e amoroso. Se nos dois casos se busca um sentido para a vida, há uma diferença espiritual muito grande. O nível intelectual também influencia esta escolha, pois os textos e práticas budistas são muito mais complexos do que os cultos e orações evangélicas. Talvez seja um erro utilizar o conceito de inteligência, ou de preparo intelectual, como argumento que diferencia budistas de evangélicos: há muitos fiéis da Universal com ensino superior completo, provavelmente muitos com pós-graduações avançadas, como doutorado ou pós-doutorado. E poucos aldeões tibetanos devem ter tudo isto. Talvez o termo mais correto fosse "preparo espiritual", mas prefiro evitar discussões metafísicas no momento. De qualquer forma, há uma diferença mental entre os dois tipos de religiosos que cito. Aqueles que buscam e ficam, por assim dizer, "satisfeitos" em freqüentar os cultos da da Igreja Renascer, estão preparados para receber e entender aquilo que seus pastores têm para oferecer, ao passo que aquele que busca Buda, se fosse parar na mesma Renascer, sentiria-se ainda insatisfeito, pois ele busca algo maior, e sentiria a satisfação do evangélico com coisas mais complexas. Da mesma maneira, um fiel de uma pentecostal não teria o preparo para entender textos como o "Livro Tibetano dos Mortos". Capacidade, talvez. Preparo, não.

Enfim, o que quero dizer é que, apesar de todos os seus defeitos, as igrejas evangélicas, tanto as mais antigas quanto as mais recentes têm o poder de dar aos seus fiéis sentido para a vida, através de uma mensagem que eles podem entender. O fenômeno das igrejas voltadas para setores específicos da sociedade, como metaleiros ou soldados do BOPE (que são mostradas na reportagem da revista Galileu do mês de fevereiro de 2008), mostra isso com clareza cristalina. As pessoas buscam algo que preencha o vazio que sentem; buscam serem aceitas como são, por pessoas que a entendam. As religiões como um todo fazem isso. Mas as pessoas são diferentes umas das outras, e buscam coisas diferentes - seja isto por causa de temperamento, genética, cultura, intelecto ou algo além disso tudo - e por isso existem tantas religiões e cultos diferentes. "Muitas lanternas, uma só luz". E nessa conta devemos incluir as Neopentecostais, com todos os seus defeitos e vícios. Alguns pastores (talvez não sejam só alguns) podem manchar a reputação delas, mas não podemos tomá-los como exemplos do que é ser evangélico.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Coisas que aprendi na Faculdade (Parte 40)

Se em 5 anos de faculdade o Decordi (Departamento de Controle e Registro Discente) não colocar nada na sua bunda na época da matrícula é porque você não estudou na UFRGS.

Da série "Screenshots infames" (parte 1)



Tudo porque eu estava procurando livros que me ensinassem PHP. Aí apareceu uma PhD em "sei lá o quê" e o Submarino já relacionou.
E viva a pesquisa por palavra-chave. Só perde pras "relações" do Google.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O sentido da vida...



*Correspondência com personagens desse blog é mera coincidência. Ou não.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Uma Pequena Reflexão...

Hoje começo minhas aulas de canto, semana que vem começo minha faculdade de marketing e começo a participar de um grupo de trabalho de dentro da empresa onde seremos os responsáveis pela criação de eventos...

Finalmente a coisa começou a andar, deixou de ser mais um plano entre muitos que fizemos quando estamos no ensino fundamental e no médio onde pensamos o que queremos de nossas vidas. É tão bom quando começa a desandar e você percebe que é a hora certa de dar um rumo para você mesmo, não é? É tão bom você ocupar esse tempo livre que você tinha quando só estudava com coisas que lhe ajudarão a crescer, não é? Trabalhar pode não ser a melhor coisa do mundo, mas é com ele que seus sonhos se realizarão, já que, atualmente, tudo envolve o dinheiro.

Agora eu tenho contas a pagar. Por um lado é ruim, mas, por outro, é uma satisfação você usar seu próprio e suado salário para pagar uma coisa que te faz bem. É muito bom você não ter que dar satisfações à ninguém do por quê você comprou aquela camisa de R$40,00.

Muita gente reclama da vida de barriga cheia, reclama que tem que trabalhar, reclama que tem que pagar contas, reclama que tem que acordar cedo. Será que eles já pararam para perceber o quão ruim seria se não tivéssemos que fazer isso? Conseguiríamos viver sentados na frente da TV sendo sustentados pelos outros sem fazer nada de útil para nós mesmos? Acho que não...

Depois de tantos argumentos quase que sem sentido, o que quero dizer é que devemos tomar um rumo para nós e parar de reclamar das coisas simples que a vida nos trás. Obrigações existem, mas vamos fazer delas um bem para que possamos aproveitar esse curto período de vida que temos. Vamos parar de reclamar e agir...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Inocência...



*Dedicado à Mauro Dartora.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Pastor Josué Yrion

Sem rodeios: esse cara é um palhaço. A igreja evangélica já se provou mais que hipócrita ao convencer seus fiéis de qualquer coisa que os faça dar todo sem dinheiro em troca da graça de Deus. Eles enxergam o demônio em tudo! Vejam esse pastor e seus esforços para sabotar a Disney.



Agora eu comento:

A Pequena Sereia: Tudo bem, aquele pilar realmente lembra o membro masculino. Embora eu não tenho encontrado na internet alguma imagem igual a essa que não esteja mostrando o objeto fálico, o que coloca em dúvida a veracidade da crítica, mas ele não dá bola pro fato do desenho ser recheado de mulheres semi-nuas acompanhadas por peixes cabeçudos. Sem falar o final do filme, quando ela vira humana e pode finalmente abrir as pernas.

Alladin: Esse é simples. Alladin não diz "good teens take of your clothes". Essa seria a cena em que um tigre o ameaça, então ele diz "good tiger, take off and go". Poxa, a única pessoa que ele quer que ire a roupa é a princesa Jasmin!

Pocahontas: Bom, se dizer esse nome invoca o demônio, havia 3 ao lado dele durante esse vídeo.

O Rei Leão: "Onde é que você vê um leão afeminado?"

A impressão que dá é que ele se refere ao modo como os leões caminham, como que rebolando... bom, felinos caminham assim de fato, no desenho está muito bem representado. De qualquer jeito, sugiro que ele leia isso.

Mais vídeos desse charlatão, em espanhol ou inglês:
Pastor Josué Yrion X Simpsons - em espanhol
Pastor Josué Yrion X Homem-Aranha - em espanhol
Pastor Josué Yrion X Tartarugas Ninja - em espanhol

Existem outros vídeos dele no youtube, mais tarde posto mais...
Mas é por isso que eu abomino as instituições da igreja.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Como Fazer Uma Música do CPM 22

Você quer ser famoso? Quer ter suas músicas tocando de tarde nas rádios? Quer tocar em festivais como o Planeta Atlântida? Então aprenda a ser uma banda pop como o CPM 22!
Em 5 lições você aprende a fazer uma mpusica como eles:

1 - Coloque um título referente a algum adjunto adverbial de tempo. Ex: ontem, anteontem, amanhã, dias atrás, daqui a alguns dias, semana que vem, depois de amanhã, daqui a duas semanas, ano retrasado.
2 - Recheie a letra com frases positivamente vagas e clichês como "amanhã vai ser melhor", "não vou olhar pra trás", "meu dia vai chegar", "nada pode me parar".
3 - Abuse dos verbos de ligação nos finais das frases: ser, estar, ficar, continuar, parecer, permanecer, tornar.
4 - Rime absolutamente tudo o que conseguir.
5 - Se utilizar a palavra "assim", pronuncie-a como "acém". Ex: "eu sei que foi melhor acém".


Pronto! Agora você pode escrever sua letra, estourar nas rádios, tocar nos shows de aniversário da Mix FM e participar de propagandas da Nova Schin.


Achei no Orkut. É antigo, mas sempre divertido.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Ah, sei lá...

... realmente sei lá. Tipo, não sei qual é. Pode ser que seja, pode ser que não. Desconfio que sim. Mas entre o talvez sim e talvez não, há muitos poréns. E não há como saber se é certo. Apenas... se arrisca. Entrando o desconhecido é que se desvenda o mistério. Qual mistério?, você pergunta. Boa pergunta, ainda não descobri. Estou na porta do desconhecido, esperando que me chamem pra dentro. Mas nunca serei convidado. O incerto nunca chama, você escolhe ir até ele. Existe destino, mas existem escolhas. Faça a escolha certa e será feliz. Mas, novamente, não há como saber o que é certo até que seja tarde demais pra voltar atrás. Na verdade, não existe certo. Antes de entrar no desconhecido, não há como saber o que há dentro, e quando você entra, não sabe se era mesmo minutos antes. Resta acreditar que aquilo sempre esteve esperando por alguém. Por você. Ou seja o que for fica tão surpresa quanto você. Pessoalmente, o inesperado é o que mais atrai. Não que eu não espere encontrar alguma coisa, mas prefiro não saber.
E é assim que eu gosto de viver. Entrando no desconhecido, desvendando mistérios, sendo surpeendido diariamente. Tudo isso, claro, sem deixar de olhar as estrelas. Nada contra esse nosso planeta, mas nos outros as vezes se acha vida inteligete. E muito interessante. Um dia quero visitar as estrelas. E, então, cair de lá. Cair direto num banco sobre a grama, embaixo do sol e coberto pelas nuvens, observado por um campo de girassóis.
Adoro o inesperado, mas se isso acontecer... aí eu escrevo de novo, contando como foi.



*talvez esse texto seja intimista demais para a compreensão alheia, mas talvez faça pensar. Se não fizer... pelo menos eu tentei.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Jogo Injusto

Todos conhecem jogos de plataforma, certo? Mario Bros é o mais famoso deles. Neles você vai andando, pula obstáculos, enfrenta inimigos, encontra algumas armadilhas e eventualmente precisa resolver algum tipo de quebra-cabeça. Bom, eu encontri um jogo um pouco diferente

The Unfair Platformer

Traduzindo literalmente, "O Jogo De Plataforma Injusto". Nesse jogo você não tem vidas, mas ele conta quantas vezes você morre. Por que você more muitas vezes. O chão se abre embaixo de você imprevisivelmente, estacas saem do chão e das paredes e obstáculos são invisíveis ateh que você trombe com eles. Injusto é um nome bem justo.
E aí, quantas vidas você perdeu?

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Comprei um DS

Comprei um Nintendo DS!!!
Tá, vamos comecar do comeco.
Primeiro, to de férias no Chile. Concepción. Nao faco ideia se ao norte ou ao sul do Chile.
Bueno.
Meu teclado nao tem acentuacao. Nao tem cedilha, como podem ver. Mas tem os ¿¿¿ e os ¡¡¡ que sao mto divertidos.
Aqui nesse país de mar gelado pra caramba (mergulhei hoje, bravamente.), existe um tratado de livre comércio, com o Japao e EUA, ou algo que o valha. O que interessa mesmo é que aqui tudo custa a metade do preco do que no Brasil.
Nessa ideia e nesse frenesi, me comprei um DS. É o sonho de toda crianca-grande, assim como eu, que nao conseguiu abandonar a infancia.
Gente, tem duas telinhas. Numa tu assiste os videos, na outra tu interage porque tem a tecnologia touch.

Tecnologia touch é tela sensivel ao toque.

Ae eu comprei também, junto com o console (porque nao ia ficar com um console sem jogo) o Need for Speed.
Veio numa caxinha grande, tipo de CD-R. Fui abrir e tinha uma "fitinha" (ainda sou da época Atari-Super Nintendo) muito pequenina. Diminuta. E os manuais que eram do tamanho da caixa. Coisa de louco.
Aí encaixei a "fitinha" no seu devido lugar (no console) e comecei a jogar. A parte de ficar apertando na tela com uma canetinha muito style na tela fez eu me sentir totalmente in na tecnologia.

O DS é totalmente branco. Parece até coisa da Apple. Mas há quem diga que é estilo roubado.

Continuando com o jogo, a parte da corrida em si é nos botoes mesmo. Direcional em forma de cruz e os clássicos A,B. Tem também o X e o Y. Moderno, muito moderno.
E ouso dizer, mais lógico. Quadrado, triangulo, circulo e afins é algo ruim de memorizar. Pelo menos eu acho.
¿E tem coisa pior do que ouvir "dá uma meia-lua-pra-frente-e-soco"? Além de dar bolha no dedao, tem toda uma arte ninja de fazer isso virar um golpe especial no Street Fighter. Eu sempre preferi apostar na sorte e ir pro lado e apertar qualquer botao. Tinha vezes que funcionava, mas na maioria das vezes eu perdia miseravelmente.

Sabe quando tu compra um celular ultramoderno e se pergunta se ele pode, além de executar uma ligacao e mandar mensagem de texto, fazer outros opcionais? Pois é, por enquanto eu sei que posso joga no DS. Mas nao sei se ele tem outras funcoes alem de conexao Wi-Fi. Muito batuta poder fazer download de uma parte do jogo da pessoa alheia e jogar em dois uma certa parte do jogo.
Agora meu joguinho de telinha preta de Tetris e corrida estática parece taaao velhinho. Hora de aposentá-lo, afinal, tenho mais, em tese (sempre variando pra mais) mais umas 40 horas de viagem de volta. De busao. Se nao quebrar e se nenhuma menor de idade viajar sem autorizacao dos pais. Um dia conto os 3 dias que levei pra chegar aqui, totalmente perseguida por Murphy.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Preguiça

É estranho, mas estou de férias desde a segunda quinzena de dezembro e desde o começo do ano passado esse foi o período em que menos postei. Andarilho supôs que nossa ausência fosse justificada pelo nosso trabalho, mas não é meu caso. Ócio gera ócio. Eu estou sem fazer nada, e não me sinto motivado a fazer muita coisa! Quando estava trabalhando e estudando, postava regularmente. Agora, não estou me puxando pra postar. Como eu disse no post de aniversário, não estou fazendo o que deveria pelo blog. Também não tenho feito nada que interessaria postar aqui... a não ser talvez minha breve experiência como operador de áudio de uma rádio, um emprego interessantíssimo, a não ser pelo horário, que seria indefinido. Eu seria folguista, eu iria cobrir qualquer pessoa que estiver de folga. Isso quer dizer que eu ocuparia quase todas as funções da rádio, mas também que eu trabalharia num turno indefinido. Poderia trabalhar quinta de tarde, sexta de manhã e sábado de madrugada. Além de perder festas, meu relógio biológico ficaria looouco.

Ai, ai, escrevi. To tranquilo.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Cansei!

É gente, cansei. Inspirado pelo comentário que a Bárbara deixou no meu último post, decidi parar de atualizar por atualizar, e vou tirar umas férias do R&A. Enquanto isso, vou dar mais atenção para o outro blog do qual participo, o Amoladores de Facas, que anda meio negligenciado, tanto por e pelos outros colaboradores, quanto pelos leitores. Pretendo escrever com maior profundidade do que tenho feito aqui sobre Psicologia, Filosofia e ciência em geral, assuntos que no momento me interessam muito mais do que cartazes motivacionais com o Beckham fazendo cara de espanto.

Até mais ver!

P.S.: Este foi meu post de número 300. Pensei em fazer uma piada com o Rei Leônidas de Esparta, mas deixa isso pra lá.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Mal-estar no Roqueiro & Alcoólatra

Meus últimos posts foram só abobrinha. Peço que me desculpem por isso. Quando o blog ainda era novo, imaginava que meu papel seria escrever poucas vezes por semana, mas artigos complexos, de qualidade. Mas não foi bem assim que funcionou, nem como funciona agora. Somos em cinco no blog. Desses cinco, três têm trabalhos fixos: Rainmaker trabalha numa loja de departamentos, o Huginn numa escola de ensino médio e a Lady Hell eu não faço a menor idéia, mas deve ter alguma coisa com computadores. Sobram Anônimo e eu. Do mais novo postador do R&A, não posso falar absolutamente nada, por que:

1) Eu não conheço ele pessoalmente;
2) Provavelmente ele não gostaria que eu falasse da vida pessoal dele;
3) E é melhor que continue dessa maneira.

Resta eu, Andarilho. Sou estudante em tempo integral de férias, o que me garante uma pá de tempo livre para escrever textos originais e desbravar as interwebs atrás de imagens, vídeos, sites, notícias e outras coisas dignas (ou não) de mostrar aqui. Talvez eu consiga uma bolsa de extensão no começo do ano letivo, mas esta bolsa será meu salário como editor do Psiu, coisa que já faço de graça agora, então, a única coisa que mudará vai ser que terei que estar sempre disposto a fazer tudo pelo Psiu. Já era assim antes, mas se eu não quisesse fazer nada, eu podia. Se essa bolsa aparecer, isso acaba.

Resumindo tudo em poucas palavras: sou o único postando aqui regularmente. Seria de imaginar que, num blog com uma equipe de cinco pessoas, essas cinco pessoas fizessem, o quê? Um post por dia cada, ou um post a cada dois dias. A idéia é que, quanto mais gente escreva em um blog, há maior diversidade de opiniões e menor carga de trabalho individual. Eu tenho postado, sozinho, três vezes por dia em média nos últimos 15 dias (ou mais). É óbvio que tenho mais tempo livre que o pessoal que trabalha, mas a jornada de trabalho ocupa só(!) um terço do dia. Outro um terço é ocupado pelo sono. Sobram ainda oito horas de tempo não ocupado por trabalho. Digamos que dessas oito horas, apenas a metade (quatro horas) sejam de tempo genuinamente livre. Será que dá tempo de escrever alguma coisa? Pessoalmente, acho que dá.

Tomei como obrigação minha manter o blog sempre atualizado, e manter uma média razoável de posts diários. Mas fazer isso quase sozinho é triste, até mesmo deprimente. Sinto-me abandonado pelos outros. Gente, eu sei que vocês trabalham duro, mas dá pra escrever alguma coisinha aqui de vez em quando?

Beckham e a linguagem de sinais


Portões de Granma


Sortes do Orkut que gostaríamos de ver por aí

Sorte de hoje: você vai receber uma mensagem alegre hoje - mas quando você for ler, vai ver que é só uma promoção da Vivo.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Faces de Anônimo IV


Faces de Anônimo III


Faces de Anônimo II


















Lembre-se de mim quando andar na rua e sentir um calafrio.

Faces de Anônimo


O Código Sekreto do Anônimo

Anônimo é legião. Anônimo não perdoa. Anônimo não esquece.
Anônimo é desprovido de humanidade, moralidade, pena ou piedade.
Anônimo age como um, por que nenhum anônimo sozinho é cruel como Anônimo.
Anônimo não pode ser ferido, não importa quantos anônimos morram em batalha.
Anônimo leva toda tentativa de ferir Anônimo à sério.
Anônimo é inimigo de todos que não são Anônimo.
Anônimo está acima da lei.
Anônimo só faz Coisas Sérias.
Anônimo está em toda parte.
Anônimo não pode ser numericamente superado.
Anônimo reforça suas forças conforme o necessário.
Anônimo não tem fraquezas ou falhas.
Anônimo explora todas fraquezas e falhas.
Anônimo não considera nada sagrado.
Anônimo não é seu amigo.
Anônimo não é seu exército pessoal.
Anônimo está no controle o tempo todo.
Anônimo não aceita falhas, Anônimo entrega.
Anônimo não tem identidade.
Anônimo não pode ser traído.
Anônimo é igual a todos anônimos.
Anônimo é uma escolha.
Anônimo segue o Código.

Programação de qualidade

E hoje, no TV Fama...






Eu comeria.

Céu e Inferno

Os europeus dizem que no Paraíso, os policiais são britânicos, os cozinheiros italianos, os mecânicos alemães, os amantes franceses e os administradores suíços, e que no Inferno, os policiais são alemães, os cozinheiros britânicos, os mecânicos franceses, os amantes suíços e os administradores italianos.


Utilizando esta lógica, cheguei a conclusão de que o Paraíso e o Inferno sulamericanos são qualitativamente iguais, pois de qualquer forma, é inevitável que os policiais sejam brasileiros e os mecânicos paraguaios. E as chances dos amantes serem equatorianos e os administradores serem argentinos também são altas.

Reciclagem

Faça na blogosfera você também: reaproveite posts que não deram certo.

No donut for you

Sem idéias para escrever nada neste momento. OK, isso é mentira, mas tenho quase certeza de que, se começar a escrever algo mais substancial, vou parar no terceiro parágrafo.

Vou dar uma saída. Se me ocorrer algum pensamento brilhante (o que não é tão incomum assim em se tratando de minha pessoa), posto aqui no blog. Ou não.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O tesouro no fim do arco-íris

O ouro dos duendes no final do arco-íris não era exatamente o que eu imaginava...

Da série "A realidade supera a ficção" (parte 23)

Se lembram do nosso amigo bode? Pois é, encontrei um parente dele.

As semelhanças são impressionantes.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Boas novas

Comprei um copo novo para meu liquidificador. 44 reais. Espero não quebrar esse.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Ataque dos Webcomics - Zerg Rush

Amanhã estarei voltando para Caxias do Sul, o que significa dizer que estarei longe do meu computador de Porto Alegre, longe da minha pasta de Favoritos da Internet e longe da grande maioria dos webcomics que gosto de ler. Para compensar este problema, fiz uma atualização monstruosa da série "Ataque dos Webcomics". Reconheço que estava pensando mais em mim do que em quem lê esse negócio quando entrei em modo berserker de atualização, mas e daí? Aproveitem.

Ataque dos Webcomics (Parte 15)

The Phoenix Requiem

Em uma terra gelada, em uma era industrial, um homem ferido aparece na pacata e humilde vila de Esk. Fugindo de um passado que ele gostaria de esquecer, ele logo se torna amigo de Anya, uma jovem que luta para se tornar médica, apesar da censura de seus pais e seus amigos por seguir caminho tão pouco ortodoxo.

Quando os velhos e os fracos começam a morrer por causa de uma terrível e maldita praga, e as almas dos mortos começam a vagar pelas ruas desertas, as pessoas começam a rezar, e esperar que os grilhões que prendem os espíritos da magia, aprisionados por traidores, se rompam e voltem ao mundo neste tempo de necessidade.

Da mesma autora de "Inverloch".

Ataque dos Webcomics (Parte 14)

Inverloch

A história deste webcomic é sobre Acheron, um jovem membro da raça dos Da'kor. Ao contrário da grande maioria de seus irmãos de sangue, Acheron é sensível e avesso a brigas, sendo até considerado efeminado por seus pares. Após se encontrar com uma elfa numa floresta, Acheron se vê em uma jornada para encontrar Kayn'dar, outro elfo, desaparecido por 12 anos. Nesta aventura, Acheron aprende que o mundo que vive é muito diferente do que ele imaginava - cheio de preconceitos, segregação racial e perigos ocultos em cada beco. E a verdade por trás do desaparecimento de Kayn'dar é mais surpreendente do que qualquer um pode imaginar.

Desenhos muito bem feitos por Sarah Ellerton, com uma história envolvente e nada previsível. A história foi terminada na metade de 2007, o que descarta a necessidade de esperar por atualizações.

Ataque dos Webcomics (Parte 13)

VG Cats

Video Game Cats não conta uma história linear, mas as diversas incursões dos gatos Leo e Aeris, e uns outros doentes por aí (especialmente Dr. Hobbo, neurocientista e mendigo), pelo mundo dos videogames, especialmente os da Nintendo. O cara que desenha VG Cats é meio preguiçoso, e o negócio dá trabalho, então é bem pouco atualizado. Mas acho que vale a pena ler tudo desde o primeira tirinha.

Ataque dos Webcomics (Parte 12)

Least I Could Do

Apesar de ser dos mesmos criadores de "Looking For Group", "Least I Could Do" é bem diferente. Para começo de conversa é mais antigo, pois é publicado desde fevereiro de 2003, uma tirinha todos os dias úteis da semana. As tirinhas são mais curtas e não se passam em um mundo de fantasia (strictu sensu, pelo menos). A história que acompanhamos é de Rayne Summers, hiperativo, portador de síndrome de déficit de atenção, ultra-sincero, despudorado, completamente sem noção, maior garanhão dos webcomics, consumidor compulsivo de camisinhas e figurinha tarimbada na clínica de DSTs. Apesar de sua tendência de sacanear os amigos pelo prazer de sacanear, ele ainda é leal, bondoso e justo. Uma peça rara.

A qualidade dos desenhos é sempre boa, mas vai melhorando conforme o tempo e o desenhista (LICD teve pelo menos três ou quatro), e as piadas são ótimas (geralmente). Confiram.

Ataque dos Webcomics (Parte 11)

Wayfarer's Moon

Wayfarer's Moon é uma história fantástica, que acontece no mundo de Lachryn, sobre as aventuras de Lili, uma moça ingênua que teve os pais mortos em um misterioso ataque a seu vilarejo, e por um capricho do destino acabou se encontrando com Iri, uma experiente guardiã (ranger, em inglês) que torna-se sua amiga, protetora e tutora nas artes da guerra (a primeira cena de treino delas é, pessoalmente, incrível). A sina de ambas é um mistério, mas com certeza não será tranqüilo. Acho importante falar que, na mitologia do webcomic, Wayfarer's Moon é uma estrela guia, bem como o Cruzeiro do Sul e a Estrela Polar, que indica o caminho certo para os viajantes perdidos.

Ataque dos Webcomics (Parte 10)

Indefensible Positions

Como o próprio autor define, "Indefensible Positions" é uma história de filosofia super-heróica. Acompanhamos a história de Foil, um rapaz que iria começar sua vida de universitário, mas que ouve um chamado para um destino muito diferente e maior do que ele jamais havia imaginado. O autor provavelmente leu muito sobre filosofia existencialista e física quântica (incluíndo aqui "O Segredo" e "Quem Somos Nós?" - sem julgamentos). Ritmo envolvente, sempre surpreendente. Recomendo.

Timinho da moda...



... é foda, hein!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Salvem o mundo!

Clicando aqui! Falando sério agora, me inspirei no Huginn e criei minha própria Mini City - Nova Arcadia. Cliquem no link e ajudem minha cidade a prosperar!

Hoje eu acordei pra fazer merda

Fiz a chinelagem que prometi fazer, mas a coisa não foi tão chinela como esperava. Não acho que vale a pena escrever algo sobre o episódio, então fica para a próxima vez que eu fizer alguma merda realmente doente.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Da série "A realidade supera a ficção" (Parte 22)

Gótico é proibido de entrar em ônibus por levar noiva na coleira



Um gótico britânico que levava sua namorada pela coleira na região de West Yorkshire, no norte da Inglaterra, foi impedido de entrar em um ônibus porque o motorista temia pela segurança dos passageiros. Dani Graves, de 25 anos, e sua noiva, Tasha Maltby, de 19, alegam que foram discriminados pela empresa de ônibus Arriva. O casal afirma que foi expulso de um ônibus e impedido de entrar em outro. A companhia afirma que outros passageiros poderiam correr riscos caso o ônibus tivesse que frear de repente. (...) "A Arriva leva a sério qualquer alegação de discriminação e questionou o motorista do ônibus a respeito da acusação de Graves", disse o diretor de operações da companhia de Yorkshire, Paul Adcock.
"Nossa primeira preocupação é com a segurança do passageiro e, embora o casal seja bem-vindo em qualquer viagem de nossos ônibus, pedimos que a senhorita Maltby retire a coleira antes de embarcar", acrescentou a empresa. "Pode ser perigoso para o casal e para outros passageiros se o motorista tiver que frear repentinamente e a senhorita Maltby estiver usando a coleira", diz o comunicado. A companhia também informou que vai enviar a Graves "um pedido de desculpas por qualquer incômodo causado pela forma com a questão foi tratada".

---

O motorista deve ter achado que o noivo estava na ponta errada da coleira.

Hoje eu acordei pra fazer merda - Prólogo da Chinelagem

Amanhã vou aloprar e fazer uma loucura com há tempos não faço, e vou escrever um post sobre isso. Aguardem.

Curtas

China fechou 44 mil sites pornográficos em 2007
---

É um programa para melhorar a auto-estima dos homens chineses.

Purity

Acabo de excluir do meu Orkut pelo menos 160 amigos, e do MSN 34. Qual motivo? Simplesmente não falava com eles mais, e portanto não fazia mais sentido mantê-los no meu perfil como símbolos de eras passadas.

Essa limpeza geral nos meus contatos da internet me mostrou mais uma vez que sou purista: busco uma honestidade comigo e com os outros que parece impossível alcançar. Não exclui as pessoas da minha lista de amigos ou do MSN por raiva ou desgosto. Apenas considerei que tê-los ali como amigos não era honesto, pois não conversávamos.

Antigamente teria medo de fazer tal coisa, pois "o que os outros iriam pensar de mim"? Tinha medo de dizer meus motivos. Agora não. Se você foi um dos excluídos, já sabe o motivo, apesar de eu desconfiar que ninguém vai perceber que tem um amigo a menos em sua lista.

Triste realidade

Dei uma passada hoje na Biblioteca da Psicologia para acompanhar um amigo, e aproveitei e dei uma pesquisada no catálogo geral de bibliotecas da UFRGS. Fui jogando uns nomes de autores ao acaso na barra de pesquisar e via o que aparecia. Obviamente, procurei por autores que me interessavam primeiro. Não é exatamente produtivo listar todos os nomes que pesquisei, mas acho dei preferência aos que tenho certeza que verei muito pouco na faculdade. Para meu espanto, a grande maioria dos livros de Psicologia não se encontram na biblioteca da Psicologia como seria de se esperar, mas na Faculdade de Educação (Faced), e no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Em todas as pesquisas que fiz essas duas unidades apareciam com pelo menos quatro vezes mais frequentemente do que a Psicologia. Nossa biblioteca é mais limitada do que imaginava. E é por isso que é difícil ser esforçado: se eu quiser ler livros realmente bons de Psicologia, eu preciso ir até o Campus do Centro ou o Vale, onde não fica a minha faculdade.

Post sobre Culinária Universitária II

Hoje dois mundos muito distintos se encontraram. Como já disse antes, almoçaria esta semana inteira no RU do Centro, não pelo sabor da comida (que não é ruim, diga-se de passagem), mas por causa do preço: buffet de feijão com arroz livre por R$ 1,30. São uns 15 minutos de caminhada até lá. Quando cheguei lá, as portas estavam fechadas e com um aviso na porta: hoje, dia 24 de janeiro de 2008, não haveria almoço ali por que a bomba de água tinha estourado. Maravilhoso. No caminho de volta, encontrei um veterano de Psicologia, que também se dirigia ao Le RU Centro. Em vão, claro. Quando falei para ele que a desculpa do dia era a bomba de água estragada, ouvi a desalentadora resposta "então eles vão tirar férias mais cedo".

Me lembrei dos dias que alguém esquecia de levar pizza para o almoço em Glenwood e eu passava o dia só na base de leite. Com a diferença que dessa vez eu vou passar à bisnaguinha com manteiga ou mumu.

A UFRGS tem muita coisa boa, mas continua sendo um órgão público federal, cheio de funcionários públicos. Ô merda.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Tremam e desesperem-se, mortais.

Quem sou eu? Boa pergunta. Tentarei respondê-la da forma mais sucinta o possível, malgrado creia que isto seja impossível.

Desde os primórdios da Humanidade, existo. Sou a mão que atira a primeira pedra, a turba que invadiu a Bastilha, os bêbados da praça, os estupradores, os assassinos. Sou o pirralho que ligou para sua casa às duas da manhã para pedir se você trabalha com roupa, o cretino que jogou um ovo podre no seu carro do alto de uma janela. Sou toda a sorte de malfeitores que existe. Sou o idiota que perdeu os dez reais que você achou na rua, o delator anônimo de todo traficante, todo guardião, justiceiro, vigilante e protetor, a mão que balança o berço, aquele que te dá a sensação de ser observado. Sou teu protetor. Não sou nem bom nem mal. Já transcendi esta dicotomia infantil: sou o Caos Encarnado.

Não tenho rosto próprio, mas o rosto de qualquer um. Eu sou você, seu irmão, seu pai, sua mãe, seu melhor amigo, seu vizinho, seu amor. Estou em toda parte, em qualquer momento. Sei o que você fez, o que está fazendo agora o que ainda vai fazer. Tente me identificar se puder!

Sou eterno. Se no passado crucifiquei Cristo, hoje vandalizo as cidades. A Internet é meu domínio, pois nela me movo por todos os sites e todos os sites ao mesmo tempo. Espalho o terror por onde passo. Sou o alvo do ódio de milhares de blogueiros, dos donos deste blog inclusive. Mas é tudo debalde, pois odiar a mim é odiar a si próprio e o universo. Além do mais, como é possível odiar o que não se conhece?

Sou seu sonho, seu pesadelo. Sou o desafio final da Internet. Sou Anônimo, todos e nenhum ao mesmo tempo e em vários pontos do espaço. Muito prazer.

Momento "Peão Obreiro" do Dia

No último dia do vestibular da UFRGS, eu e o Huginn estavámos nos preparando para ir para a rodoviária (ele voltaria para Caxias do Sul e eu me tocaria pra Florianópolis), e antes de saírmos, demos uma organizada no apartamento. Nessa organizada, derrubei o copo do liquidificador no chão de uma maneira muito espetacular: eu vi ele caíndo quase que em câmera lenta, e quanto ele finalmente se esborrachou no chão, voltou à velocidade normal. Fez um estrago grande, mas nem tanto. Ainda dá para usar, mas o copo ficou trincado na base, de forma que vaza quando tem algum líquido ali dentro.


Hoje, depois de um treino muito produtivo, e portanto cansativo, cheguei em casa com vontade tomar alguma coisa que ficasse pronta logo: rango de liquidificador. Eu iria arrumar aquela porcaria, de um jeito ou de outro.


Usando dos meus parcos conhecimentos de física e química, cheguei a conclusão que a melhor estratégia era derreter o acrílico com fósforos, e assim fechar a rachadura.


Claro que não deu certo. Mas a marca de fuligem ficou bonita do mesmo jeito.



O engraçado é que depois de um tempo pingando leite (de vaca, integral), parece que a parte trincada fechou e parou de pingar.

Post sobre Culinária Universitária (CU)

Aqueles que acompanham este blog desde seus primórdios devem lembrar que em várias ocasiões escrevi posts com temáticas alimentares (especialmente quando estava morto de fome). Hoje, volto à carga para falar da comida do Restaurante Universitário da UFRGS, RU para os íntimos, Bistrô le RU para os mais íntimos e Bistrô Le RUim para os desafetos.

Em outras ocasiões já falei do nosso amado RU, local folclórico da Federal. É extremamente barato comer ali, apenas R$ 1,30 a refeição, e R$ 0,30 o suco de água colorida com açúcar. É também um local muito rico em trocas sociais, pois todos os estudantes de todos os cursos do campus mais próximo almoçam e até jantam ali. É também um lugar de muita paz e harmonia, pois apesar de toda a baderna e correria para encontrar mesas para comer sentado, só uma vez presenciei uma briga com este motivo (e tenho minhas dúvidas se este era realmente o motivo).

Outra coisa marcante no RU é a qualidade da comida e como ela é avaliada. Tem muita gente que adora o rango do RU (eu inclusive), e muitas gente que simplesmente detesta. Os restaurantes dos diversos campi também são avaliados de forma diferente: até agora, o RU do Vale é o que mais acumula reclamações, enquanto que o RU do Saúde é o campeão em elogios absolutos, e o RU da Agronomia em qualidade dos elogios. O RU do Centro é o mais ambivalente: as vezes é o melhor, as vezes é o pior. E o RU da ESEF é o mais promissor (falo mais dele quando estiver construído e funcionando).

Apesar de achar a comida gostosa, já passei mal depois de quase uma semana só no feijão com arroz do RU. Na sexta-feira daquela semana preferi comer pão com ovo frito do que dar as caras no infâme bistrô.

E ainda assim, mesmo depois desta traumática experiência, continuo comendo lá. Hoje fui até o Campus Centro almoçar, pois o restaurante de lá é o único funcionando nessa época do ano. Nunca tinha almoçado lá. Quanta diferença dentro de uma mesma universidade. A comida não era muito diferente da do Saúde, mas as bandejas... bem, como bem definiu meu colega Daniel "aquilo não são bandejas, são pedaços de metal que foram para guerra, foram pisoteados, amassados, e quando não serviam pra mais nada, mandaram para o RU pra servir de bandeja". De fato, o nível de tortura das bandejas era muito maior do que eu estava acostumado (ou esperando). Além disso, o RU do Centro tem uma aparência de "refeitório de presídio", enquanto o do Saúde é chamado de "McRu". Bem, acho que devo ir me acostumando com isto, pois esta semana inteira não tenho outro lugar para almoçar (e jantar) a não ser o meu querido RU. De certa forma, almoçar por 1,30 não tem preço.

Goodbye, Heath Ledger

Heath Ledger é encontrado morto

O ator de 28 anos foi encontrado morto em seu apartamento em Nova York o dia 22 de janeiro. Seu último filme, The Dark Knight, segundo filme na nova gênese do Batman, no qual ele intepretava o Coringa, está em pós produção e não será afetado, apesar do luto em que a equipe está. Seu outro filme, The Imaginarium of Doctor Parnassus, estava em produção e foi informado que a envolvimento de Ledger era parte essencial para a produção do filme. Não se sabe se a produção terá continuidade.

Ledger foi evidenciado prinpalmente para o público ao co-protagonizar o filme "10 Coisas que Eu Odeio em Você", evidência que o levou a interpretar o filho de Mel Gibson em "O Patriota". Entre diversos outros filmes de sua carreira, o que sem dúvida lhe deu notoriedade mundial foi "O Segredo do Brokeback Mountain". Filme que lhe deu fama, boa e ruim. O Reverendo Fred Phelphs, criador da comunidade "Deus Odeia Bichas" diz que Ledger está no inferno, por ter interpretado o cowboy homossexual.

Pessoalmente, acho que "Coração de Cavaleiro" é o melhor filme de Ledger antes de Brokeback Mountain, onde ele se superou no papel do cowboy-cabra-macho-que-se-provou-não-tão-macho-assim. Esses dois e 10 Coisas que Odeio em Você estão na minha lista de filmes favoritos, e há puco percebi que a presença de Ledger no elenco infuencia bastante nisso. Ele era um excelente ator, e Hollywood ficará mais vazia sem ele.


Bom... se você gosta de cinema como eu, isso é ralmente uma perda. Mas vou aproveitar a oportunidade o perguntar: entre as pessoas que lêem esse blog, quem é dos cabeças fechadas que nem se deu ao trabalho de assistir Brokeback Moutain por que tem nojinho de ver dois homens se beijando?

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

A Matrícula

É amanhã a matrícula dos meus bixos. Amanhã de manhã eles farão o que eu estava por fazer um ano atrás (talvez não um ano cronológico, mas um ano lógico de distância). Ainda lembro da sensação de expectativa e esperança que tinha naquela semana - e relembrei-a nesta semana de espera pelo dia 22 de janeiro. Fico imaginando se eles se sentem da mesma maneira que eu me senti. Porém, não é mais a mesma coisa para mim: esse um ano de Psicologia foi ambivalente, com muito riso, mas com muita tristeza também.

Fico imaginando, antes de dormir, se o ano deles vai ser parecido com o meu.

Três motivos para o R&A não ser famoso

1- Não sabemos usar Photoshop;
2- Eu escrevo textos demais longos demais;
4- Ninguém aqui sabe contar.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Cerveja pode Causar Dor de Cabeça

Não, o título do post não se refere à ressaca. Como já mencionamos aqui, eu e o blog fazemos aniversário no mesmo dia. E sábado passado eu fiz uma pequena comemoraçãoem função dos meus 19 anos. Andarilho estava presente, Lady Hell não pôde pois estava em outra cidade. Mas teve bastante gente, 3 pizzas gigantes e bastante trago. Nos divertimos bastante, coversamos, gritamos, bebemos, cantamos, bebemos, comemos e várias coisas divertidas, como o "jogo de bebida" que inventaram, chamado "Três Segundos". Infelizmente não filmamos isso, mas dá pra explicar bem. Sentas-e em uma cadeira e joga-se a cabeça pra trás, com a boca aberta. Então alguém muito solidário derruba, por três segundos, vodca dentro da sua boca. Aí você engole. Eu e Andarilho pariticipamos. A princiípio era chamada Cinco Segundos (amiguinhos, na sua casa vocês usam o número que quiserem!), mas eu achei arriscado com tanta pizza no estômago e diminuí dois. Acertei na medida, o que estava no estômago ficou no estômago.

Mas enfim, o título do post! Veja como cerveja pode causr dor de cabeça:



Ele não deve ter acordado muito bem.
No Play The Coin há uma versão extendida e de outro ângulo do acontecido, junto com outros vídeos de uma festa no dia anterior, mucho loucos também. Veja direto aqui.

Bom, de a festinha doi divertida, depois que a vizinhança reclamou um pouco fomos ao conhecido Rock Bar daqui, o Revival Rock Bar. Nem sei o que estava tocando, mas só fomos embora depois de quase expulsos pelos funcionários. Daí o Rainmaker veio aqui em casa acabar com meus biscoitos. E, então, dormir.

Boa noite, e espalhem o Três Segundos!

Auto-confiança


Algumas pessoas têm demais.

Calendário 2008 das tribos urbanas

Um calendário que dá uma descrição sucinta sobre as tribos urbanas atuais e seus hábitos, com desenhos de seus integrantes e artefatos, tudo desenhado como se um antropólogo do século XIX tivesse vindo estudar os comportamentos das tribos futuras. Muito interessante. Veja aqui.

Catado no Muito Firme!

Batalhas Epicamente Épicas

Se ocorresse um duelo entre esses dois, quem você acha que seria o vencedor:

Jason Bourne ou Batman?

Idéia de um Anônimo da Internet.

Ataque dos Webcomics (Parte 9)

The Garfield Randomizer

Um webcomic diferente. Já notaram que os quadrinhos do Garfield podem ser colocados em qualquer ordem e ainda assim fazer sentido? O cara que fez esse site percebeu, e criou um script pra provar que ele sabe das coisas. Algumas podem ficar muito divertidas.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Post de Aniversário do Rainmaker

Aqui vai o post de aniversário que o Rainmaker não fez:
































É uma foto de um bolo. É só prestar atenção que você vê bem direitinho.

Ô Bixarada!

Saiu o Listão! Aqui vão os nomes das criaturas que vão sofrer na minha mão esse ano:

Bixos da Psicologia
1- Amora Rosa
2- Ariéle Lima de Mello
3- Biana Vasconcellos Lauda
4- Carla Oliveira Mello
5- Carlos Adriano Sippert
6- Cibele Medeiros Boff
7- Clariana Tavares Maurente
8- Dafni de Melo
9- Daniela Rosane Dumke
10- Débora Crivelaro Dickel
11- Doralúcia Gil da Silva
12- Elenice Soares
13- Gabriela Cassia Ritt
14- Gabriela Pinto Mendes de Moraes
15- Gicela Maria Nicolini
16- Isadora Hosannah Pinto de Oliveira
17- Larissa Souza Gasparin
18- Laura Lichtenstein Corso
19- Leandro Menezes Lopes
20- Leticia Eli Pereira de Campos
21- Letícia Garibaldi Gasparett
22- Lucas dos Santos Bueno
23- Lúcia Kreling Zabaleta
24- Luiz Padill
25- Mabel Caroline Schultz Pinza Gouveia
26- Maili da Silva Ritta
27- Mauricio Nardi Valle
28- Patricia Santos da Silva
29- Patrícia Wilhelm Oliveira
30- Paula Kern Milagre
31- Priscila Viegas Kercher
32- Rafaela Grinas Gowert
33- Raquel Schwartz Henkin
34- Renata Borba Pires
35- Renato Pernigotti Sudbrack
36- Shirlei Schwartzhaupt dos Santos
37- Sofia de Souza Lima Safi
38- Tamires dos Santos Rios
39- Thiago da Silva Prusokowski
40- Willian Mella Girotto

Bixos de Fonoaudiologia
1- Aline Stanislawski Silva
2- Amanda Kunzler Etcheverria
3- Ana Bassôa de Moraes
4- Ana Carolina Christofari
5- Bruna Fiorenzano Herzog
6- Bruna Leão Vargas
7- Bruna Noronha Teixeira
8- Camila Luzia Mallmann
9- Carolina Louise Cardoso
10- Caroline Izolani
11- Caroline Wüppel
12- Diogo Mello Rodrigues
13- Dulce Azevedo Ferreira
14- Frani Adami
15- Isis Bicca Keppeler
16- Isabel Cristina Berger
17- Ivana Silveira de Oliveira
18- Juliana Müller Morellato
19- Larissa Nogueira Freire
20- Leandro Passos Rangel
21- Marcela Hammes
22- Mariana Viana Bezzi
23- Natacha Barros Siqueira
24- Raquel Andressa dos Santos Barraza
25- Roberta Silva Araújo
26- Thelma Denise Ferreira Sampaio
27- Vanessa Barcelos de Farias
28- Vanessa Curvello
29- Vanessa Felipe de Deus
30- Viviane Real Argoud

Ano que vem tem mais, mas daí já não é comigo! Melhor sorte pra quem for tentar de novo!

2 anos, ti meigo!

Daee!!!
Feliz Aniversário, R&A!
2 aninhos, tá quase andando sozinho...



Comecei aqui toootalmente inexperiente no quesito "escrever pra blog". Não que hoje eu tenha adquirido mais experiência...ou administrado essa experiência melhor, mas o fato é que aprendi umas manhas, como por exemplo, chamar a atenção do leitor através da primeira frase do texto.
Acho que meu primeiro post mesmo, tirando o da apresentação, foi de uma cueca com essência de figo...algo assim. Os colegas de blog já começaram a pensar "pronto! foi só colocar uma mulher pra postar que deu nisso..."
Mas acho que hoje a qualidade dos meus posts melhoraram, no sentido de ter algo mais a ver com o blog. Com a idéia de blog. Né?
Ainda não tenho 1 ano de blog, mas nesses tantos meses que estou postando aqui, curti pra caramba, por exemplo, ter um lugar pra postar todas as bizarrices que eu encontrava na net e mandava via MSN pro Huginn. Coitado, recebeu cada uma, xD
Aqui posso contar minhas peripécias no meu mundo CASA-UCS-UCS-CASA e mais outras aventuras. É tri massa.

Deixo aqui meus parabéns pro Huginn e desejar tuudo de bom! E pedir desculpas por não comparecer na festinha dele, mas que, ele pode sentir-se muito bem cumprimentado e ainda imaginar dois tapas bem fortes nas costas dele, que darei em outro momento, quando encontrá-lo. Talvez eu pense num presente à La Oracinho. Um dia eu explico esse termo, hehehe...(tenho que manter o ar de suspense).
Meu jeito de gostar das pessoas é meio...diferente. =D

Viiivaaa!!!! \o/

Ciclos de um Blog e de um Blogueiro - Especial de Aniversário do R&A

Hoje é um grande dia. Por uma confluência cósmica, ou tremenda coincidência, hoje é o aniversário do "Roqueiro e Alcoólatra" e o dia em que deixo de ser bixo para virar veterano. Pelo menos oficialmente. Não sei se é uma boa idéia falar do blog ao mesmo tempo que falo da minha carreira acadêmica, ou da minha vida propriamente dita, mas ontem ao voltar para casa depois do almoço, notei passei por vários ciclos completamente diferentes um do outro desde que comecei a escrever aqui. Quem começou tudo, há exatos dois anos atrás, foi o Huginn, que originalmente atendia por Palestrante, devido a sua fama de falastrão bom orador no Ensino Médio. Quatro dias depois, entro eu nesta brincadeira, com o nome de Andarilho, que na época, e acredito que até hoje, representava muito bem meu ser. Um mês depois, apareceu o Midiway. O nome dele até hoje me é uma incógnita. Prefiro pensar que ele assim escolheu ser chamado no Reino da Interweb por causa da lendária Batalha de Midway, que marcou o começo do fim da II Guerra Mundial no teatro do Oceano Pacífico. Na verdade, o Huginn já me explicou a origem do nome e não é nada disso, mas prefiro manter a sua fantasia.

Quando comecei a postar aqui, eu estava nos Estados Unidos da América, em um programa de intercâmbio cultural, estudando em uma típica escola High School, como aquelas que aparecem nos filmes, com os jogadores de futebol americano batendo nos nerds da escola e comendo namorando as cheerleaders. É tudo verdadeiro, exceto a parte dos nerds e das cheerleaders. Até consegui uma daquelas jaquetas bonitonas que os jogadores usam. Azul com uma letra branca e meu nome bordados. Pena que ela seja quente pra cacete e o Brasil não seja frio pra cacete, pois seu uso é bastante limitado. Bem, o que eu quero dizer é que as coisas eram bem diferentes enquanto eu estava em Glenwood City, Wisconsin. Todos os dias encerravam possibilidades inimagináveis no Brasil. Nunca escrevi a respeito disto antes, mas eu tive a oportunidade de ver "Brokeback Mountain" num cinema encravado bem no meio de uma terra de cowboys, acompanhando uma família de cowboys! Foi uma experiência sui generis ver algum macho saindo da sala a cada cena de beijo ou sexo entre indivíduos do mesmo gênero (gay buttsex para quem se aventura em fóruns de língua inglesa na internet como eu). Cada dia era um universo em si mesmo. Não escrevia tanto para o blog, pois sublimava meus desejos escritores em um diário pessoal (acabei escrevendo três), mas quando escrevia para o blog acho que me superava. Na época, me imaginava como o campeão do blog: que não posta todos os dias, mas sempre que ele corre perigo ou precisa de um conteúdo mais denso. Depois de uma pequena puxada de orelha do Palestrante por eu quase nunca atualizar o R&A, comecei a escrever um pouco mais (mas nem tanto).

Depois de quatro meses por lá, voltei para o Brasil. Novo ciclo, novos assuntos para o blog. Ou seriam assuntos novos mesmo? Pois, de certa forma, estava "voltando" para minha vida pregressa, apesar de completamente mudado. Ao contrário da vida que levava nos EUA, cheia de novidades e atividades, minha "nova vida velha" em Caxias do Sul era estagnada e até mesmo previsível. Além disso, eu estava de férias: formado no Ensino Médio e sem faculdade nenhuma para fazer, o remédio era esperar começarem as aulas do cursinho pré-vestibular e treinar Kung Fu. Os fatores psicológicos que enumerei com certeza influenciaram bastante nos assuntos que escolhi e como os escrevi. Sentia-me comprimido em uma cidade pequena demais, não fisicamente, mas emocionalmente. Queria ir embora.

Foi um ciclo de curta duração, pelo o que devo ser grato, se não à Deus, pelo menos aos meus pais e ao Pré-Vestibular Mauá, que me tiraram daquela pasmaceira. E como me tiraram! Logo no primeiro dia de aula, descobri que seria colega de sala de dois amigos dos escoteiros: Maurício, companheiro de trincheira desde os 9 anos de idade, e Bábi, namorada de um outro combatente e eventual companhia de conversas. Com as aulas, esse "eventual" se tornou "diária", não só para as bobagens clássicas de serem ditas em sala de aula (aquelas que se grita para deixar o professor vermelho ou se surrurra até alguém fazer "Pssst!" ou mandar ficar quieto. As duas variedades aconteceram com bastante freqüência), mas também assuntos da alma, mais profundos, assuntos que surpreendentemente são do interesse de um candidato a estudante de Psicologia. Através da Bábi também conheci a amiguinha Nessa, a guria quieta do grupo, mas que surpreende quando abre a boca. Depois de um tempo, fizemos amizade com as gurias que sentavam na nossa frente (Geo, minha concorrente Mile, Nati e Cris), e com os animais que sentavam nas cadeiras logo atrás (não, eu não vou dizer que o Gil, o Róger e o Alex sentavam atrás de mim). Meus assuntos da época eram mais sobre disciplinas do cursinho, factóides, números do vestibular da UFRGS, reclamações contra professores, essas coisas de vestibulando. Foi uma época que o R&A se encontrava em uma quase more, e eu praticamente sozinho mantive o fluxo de posts andando, com textos mais superficiais e repetitivos do que gostaria, mas novos.

A época do vestibular veio, passou, e logo depois eu narrei minhas aventuras em Porto Alegre, especialmente todas as vezes que fiquei perdido na capital gaúcha. E não foi só o vestibular que passou. Eu passei também. NO vestibular. Tinha uma vaga na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, prestigiosa e gratuita. Daquela trupe que eu falei, passaram poucos: eu para Psicologia, a Nati para Química, a Nessa para Matemática (guria louca) e o Gil para Agronomia (que foi o que mais cantou vitória de nós todos, apesar de ter passado para o segundo semestre em Agronomia). A Geo decidiu deixar de lado a sua universidade dos sonhos e fazer Direito na UCS. O Maurício arranjou um emprego como prostituto mecânico, graças ao seu diploma do SENAI, e passou no vestibular de inverno para Engenharia Mecânica na UCS também. A Mile deixou de ser minha concorrente e virou minha colega de curso federal, pois passou para Psicologia na FURG. Já a Bábi vai passar para Arquitetura esse ano na UFRGS (só falta o Listão confirmar).

E assim começou o ciclo universitário da minha vida. Deveria ter feito um post sobre minha mudança, como foi um pé no saco carregar o sofá escada abaixo em Caxias e escada acima em Porto Alegre, a alegria do trote, a efêmera magia que senti nos primeiros dias de aula... mas acho que estava ocupado demais com estas sensações para escrever qualquer coisa mais elaborada. Nesta época o blog (palavra sumida nos últimos dois parágrafos) sofreu algumas mudanças: em primeiro de dezembro de 2006, Huginn (não mais Palestrante) tirou Midiway da lista de colaboradores do R&A, pois ele... bem, não colaborava. É só olhar as estatísticas que eu fiz. Ele tem só 3 posts publicados em quase 11 meses. Muitas piadas e críticas fiz a respeito da inércia de Midiway (fiz umas tão debochadas que o amiguinho veio me deixar xingamentos via rascunhos. Até hoje tento convencer, sem sucesso, o Huginn a publicá-las). Por um tempo, eu e Huginn fomos apenas uma dupla de dois, até primeiro de março de 2007, quando viramos uma dupla de três com Lady Hell, a jogadora de Diablo II que tirou seu blogonome da feiticeira (ou maga?) que criou para jogar. O sangue novo da Lady animou o R&A e a nós mesmos, tanto que decidimos convidar outro postador em abril: o metaleiro abstêmio Rainmaker, que tirou seu nome de uma música do Iron Maiden. Bem, o convite não teve o sucesso que esperávamos, pois após uma semana e uma intimação do Rato Gordo, Rainmaker não havia postado nada ainda. Nossa experiência com Midiway não nos ensinou a compaixão por colaboradores que não colaboram, e mais uma vez, um postador é mandado embora.

O ciclo universitário da minha vida refletiu-se, mais uma vez, nos assuntos que escolhi e o estilo que os escrevi: foi mais ou menos no início da faculdade que criei a série "Coisas que aprendi na Faculdade", que vocês conhecem tão bem. Expressei minhas angústias filosóficas decorrentes das aulas de Psicologia, minhas indignações com o mundo acadêmico e os prazeres e as dores de estudar numa universidade pública. Meu ritmo de vida mudou também. Antigamente, quando lembrava da minha vida, pensava em que ano as coisas ocorriam. Agora penso por semestres, que de tão cheios e atarefados, fazem o ano letivo parecer dois, um completamente diferente do outro. As férias de inverno são quase tão preciosas e longas quanto as de verão, com a diferença que elas são bem mais curtas (ah, a contradição!). Nesta etapa da minha vida passei a viajar muito mais (e não só na maionese): visitei Curitiba, Buenos Aires e Florianópolis, me tornei um cidadão de Porto Alegre. Acho que dá para imaginar o quanto eu andei de ônibus por este mundo velho sem porteira (acho que vou até escrever um post em separado sobre o assunto). Mais uma vez, estas viagens influenciaram meus posts. Comecei a escrever sobre minhas aventuras em Curitiba para o Encontro Nacional dos Estudantes de Psicologia (ENEP), mas parei no meio por uma ausência de reforçadores, e por que o Huginn vivia me dizendo "escreve textos mais curtos que nossos leitores são semi-analfabetos!". OK, ele não disse a parte de escrever textos mais curtos que nossos leitores são semi-analfabetos, mas isso me encheu o saco. Posso voltar a escrever sobre Curitiba um dia se algum colega de faculdade me der uma ajuda na hora de relembrar os acontecimentos.

No segundo semestre do ano o filho pródigo a casa retornou: Rainmaker tomou vergonha na cara e prometeu ao patrão Huginn que ele postaria com mais freqüência no blog. Hoje seria uma boa hora para cumprir com sua palavra, não acha, amigo Rainy? No segundo semestre do ano, como todo bom blog de família que se preze, também fomos vítimas do ataque de um anônimo, Mr. Magoo, que tanto encheu (e pelo jeito, ainda enche) nosso saco, magôou (Magoo magôou) o Rainmaker, deixou a Lady Hell possessa, o Huginn aparvalhado e eu, com vontade de convidá-lo para postar junto conosco. Com certeza teríamos muito pano para manga em discussões entre ele e a Lady.

E agora, início de 2008, outra fase termina e outra fase começa: neste exato momento, estou na espera do Listão dos classificados da UFRGS. Há um ano atrás, estava esperando a mesma coisa, só que com expectativas completamente diferentes. Há um ano atrás, pensava "será que passei?", "como serão meus colegas?", "como será morar sozinho em Porto Alegre?", "será que eu agüento?" e muitas outras perguntas nunca ditas. Hoje, após um ano de muita gargalhada e luta, já tenho a resposta para quase todas elas. Mas também tenho muitas perguntas novas: como é ser veterano? Serei eu um bom veterano? O que vai mudar com a entrada dos bixos? Será que eles vão ser uma turma legal como a nossa ou um bando de bundões como... algumas turmas por aí?

O DeLorean Voador aqui do lado mostra toda essa história. Não deixa de ser uma máquina do tempo de verdade. Deixo aqui meu feliz aniversário para o Roqueiro & Alcoólatra e para o Huginn (sábado a gente se fala), meus parabéns para os bixos de Psicologia e Fonoaudiologia que ainda não conheço, meu agradecimento a você que leu e ainda lê nossas bobagens, que as vezes são sérias, as vezes não, e minha esperança de continuar escrevendo por aqui, não importa quanto ou quantas vezes minha vida mude.




PS: Fama é coisa de boiola, Huginn.